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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

RISOTO AL LIMONE

Acabo de fazer uma descoberta: Risoto é coisa de Gaúcho!

Só pode ser! Pensa comigo, risoto é:

1) fácil de fazer - bom
2) gostoso (pacas) de comer - bom
3) faz a maior vista sempre - bom

bom + bom + bom = Tri bom!

Logo, se Risoto é Tri bom, é coisa de gaúcho, Tchê!

Essa receita é uma criação minha e teve a importante participação da irmãzinha preparar e degustar.

O resultado é um risoto cremoso, puxado no limão siciliano com um toque suave de Lemoncello, e com a "crrocrranci" das sementes de papoula.

Em tempo, "crrocrranci" é a maneira toda charmosa que o mestre Claude tem para dizer crocrância.




RISOTO AL LIMONE

- 1 xícara de arroz carnaroli ou arbóreo
- 1 cebola picada
- 1 colher de sopa de manteiga
- 2 colheres de sopa de azeite
- suco de 1/2 limão siciliano
- 1 colher de sopa de raspas de casca de limão siciliano
- 1 colher de sopa de Lemoncello
- 3 xícaras de caldo de legumes quente
- 4 colheres de sopa de creme de leite fresco
- 4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
- 2 colheres de sopa de semente de papoulas
- 1 colher (café) de pimenta-do-reino branca
- 1 colher (café) de noz moscada

Aqueça a manteiga e o azeite. Adicione a cebola e refogue até que comece a murchar (cuidado para não dourar a cebola pois isso escurece o risoto).
Acrescente o arroz e refogue bem. Adicione o suco, as raspas de limão e o Lemoncello e misture.

Adicione 1/2 xícara do caldo de legumes quente e mexa até que quase todo o caldo tenha sido absorvido. Adicione outra 1/2 xícara do caldo e repita o processo até que esteja com uma textura fime mas macia. O importante é mexer sempre para atingir a consistência cremosa. Por último adicione 1/4 de xícara de caldo. Normalmente não é necessário colocar sal, uma vez q o caldo de legumes já é salgado.


Desligue o fogo, adicione o creme de leite, o parmesão, a pimenta do reino, a noz moscada, as sementes de papoula e misture bem.


Desfrute imediatamente!


Glossário:

para

Gaúcho - pessoa que nasce no Rio Grande do Sul
Tri Bom - calão gaúcho, significa que algo é muito bom
Tchê! - calão gaúcho, interjeição

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

MENU PORTUGUÊS - AÇORDA E BACALHAU DE ORJAIS

Adoro participar dos eventos dos blogues de culinária que sempre trazem desafios muito bacanas, e o Intercâmbio Culinário realmente foi um capítulo a parte. Poder interagir tão de perto com alguém do além-mar, trocar receitas e conhecer mais da cultura local foi incrível.

Quando resolvi participar já comecei a pensar em quem seria a minha parceira de evento, e logo me decidi pela Marizé do Tachos de Ensaio que eu não conhecia nem virtualmente, apesar de ser uma assídua frequentadora de sua cozinha, que encanta pelas receitas e pelos textos.

Mandei um e-mail para ela (que não me conhecia) torcendo para que ela aceitasse. E ela aceitou! Começamos a trocar e-mails e a conversar no msn para decidir as receitas. Eu queria uma receita diferente, que eu não conhecesse, já que sempre tive hábito de comer comida portuguesa. Chegamos em Sericá, um doce sobre o qual nunca havia nem ouvido falar. Ela já estava decidida por Sagu.

Ocorre que antes das decisões finais, havíamos mandado algumas opções de doces e salgados uma para a outra e isso desencadeou simultaneamente em ambas a mesma idéia: vamos fazer um menu completo! Dito e feito!

Sobre o Sericá falarei no próximo post, que será o do evento.

Aqui falo sobre a entrada AÇORDA DE BACALHAU e o prato principal BACALHAU DE ORJAIS.

Recebi para o jantar meu sogro e sogra, e minha cunhada e cunhado, além claro do Marido que é parte da mobília (rs)...
Comprei um vinho verde branco para acompanhar e nos deliciamos com o menu.

A receita do Bacalhau é tradicional portuguesa, da Região da Beira Baixa. Muito simples de se preparar, diferente e absolutamente deliciosa! Apesar de eu ser uma habitué de bacalhau nunca havia comido assim antes.

A Açorda estava muito saborosa, e esquentou nosso começo de noite, já que fazia um friozinho lá fora...

Brindamos à Marizé, conversamos bastante sobre ela, todos muito curiosos sobre ela e sobre o intercâmbio... enfim foi uma noite muito agradável.

Posto as receitas como as recebi da Marizé, em bom Português (de Portugal, ó pá!)


AÇORDA DE BACALHAU À ALENTEJANA




Coza a pele e as espinhas do bacalhau, (pode juntar uma posta para dar mais substancia).
Coe e reserve tapado e quente.
Numa tigela colocar 2 ou 3 dentes de alho esmagados, um ramo pequeno de coentros e um fio de azeite.
Verter a água do bacalhau a ferver e tapar.
Deixar abafado até servir, mas tem de estar quente.
Em tigelas colocar no fundo fatias de pão caseiro, deitar o caldo a ferver, e umas lascas de bacalhau.

Servir.



BACALHAU DE ORJAIS



1 Kg de batatas
4 postas do lombo de bacalhau
sumo de 2 limões (amarelos, em Portugal limão verde = lima)
1,5 dl de azeite (de oliva, virgem extra de preferência)
1 dl de vinho branco (de boa qualidade, de preferência o mesmo que acompanha a refeição)
3 ovos
àgua, sal, farinha (trigo), ovo, pão ralado (farinha de rosca) e salsa q.b (salsinha)

Preparação:

Coza as batatas com pele em água temperada de sal. Pele-as e corte em rodelas.
Corte o bacalhau em cubos, retire a pele e espinhas, (reserve para a açorda), tempere com sumo de limão.
Passe o bacalhau por farinha, ovo batido, e pão ralado.
Forre um recipiente de ir ao forno e à mesa com as rodelas de batata e sobreponha o bacalhau panado. Regue com o azeite, o restante sumo de limão e o vinho branco.
Leve ao forno a 200ºC durante + ou - 30 minutos, regando de vez em quando com o próprio molho.
Coza os ovos até estarem firmes (9 minutos), descasque, corte em rodelas.
Retire o bacalhau do forno e decore com os ovos e salsa picada.




Obrigada Marizé!


GLOSSÁRIO:

para


coza: cozinhe ; verter: despejar; tapar: tampar; pão caseiro: pão tipo italiano de casca grossa; limão: limão siciliano (amarelo); dl: decilitro -1dl = 100ml; pão ralado: farinha de rosca; Pele-as: descasque-as; panado: empanado; sumo: suco


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

RISOTO DE ABÓBORA E CARNE SECA

A irmã que mora no Rio sempre acompanha as receitas aqui postadas mas nunca as experimenta... (ô dó!).

Por isso, por ocasião de sua estada em terras paulicéias, ofereci-lhe um jantar nordestino com tudo que ela gosta, e com direito à sobremesa de infância:

entrada: mini cuscuz de milho com manteiga de coco e pochê de ovos codorna
prato principal: risoto de abóbora com carne seca
sobremesa: charlote

A irmã veio e trouxe consigo a mamãe (é claro!) e uma amiga muito querida, que sei ser habitué do blog (apesar de nunca deixar uma mensagem, né Angel?!). A outra menina estava dodói e não participou da comilança (dessa vez). O marido sempre prova e aprova!

Fartaram-se!

Em outros posts detalharei os demais pratos, por ora falemos do risoto.





RISOTO DE ABÓBORA E CARNE SECA

- 1/2 abóbora japonesa (Kabotiá)
- 750g de carne seca limpa desfiada
- 3 xícaras de arroz carnaroli (ou arbóreo)
- 1/2 maço de coentro
- 2 cebolas
- 5 dentes de alho
- 2 caldos de legumes
- pimenta-do-reino e cominho a gosto
- azeite
- 1/4 xícara de manteiga de garrafa

Primeiro dessalgue a carne seca aferventando-a e trocando a água algumas vezes até chegar no ponto de sal. Escorra a água, desfie e reserve.
Corte a abóbora em cubos e cozinhe somente em água até que fique macia. Escorra a água, amasse grosseiramente e reserve.
Pique 1 cebola e uns 2 dentes de alho e refogue em azeite. Adicione a carne desfiada, o coentro, a pimenta do reino e o cominho picado e mexa bem. Acrescente a abóbora e misture. Apague o fogo e reserve.
Ferva 7 xícaras de água e dissolva nela o caldo de legumes. (Cuidado com a quantidade de sal nesse caldo arroz pois a carne já é salgada).
Em uma panela a parte refogue uma cebola e uns 3 dentes de alho no azeite, acrescente o arroz e refogue mais um pouco. Adicione 1/2 xícara do caldo de legumes e vá mexendo, quando começar a secar adicione outra 1/2 xícara do caldo, continue mexendo e repetindo esse processo até que o arroz esteja cozido. O ponto ideal é al dente, ou seja, nem mole demais, nem duro que você sinta como se tivesse areia ao morder.
Quando o arroz tiver pronto desligue o fogo, acrescente a mistura de abóbora e carne e a manteiga de garrafa, mexa bem para incorporar tudo. A arroz irá ficar com uma cor dourada linda!

Sirva imediatamente.

Simples, fácil, rápido, barato e delicioso. Precisa mais?!

Buen Provecho!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

TORTA DE TOMATE CEREJA E CEBOLA

Como dito no post anterior, meus tomatinhos clamavam por virar torta... então fui em busca de uma receita. Mas queria que fosse A TORTA, afinal era um pedido tão especial...

Cheguei nessa e parei.

Não podia ter escolhido melhor, a torta é realmente incrível de sabor e facílima de fazer, até por quem não tem a menor prática. Ela só tem um problema... é pequena, alimenta apenas 2 famintos... portanto, se tiver mais gente em casa faça 2!

Essa torta tem também uma outra versão que é feita no processador e não usa forma de torta. Eu segui a primeira, mas vc pode fazer da maneira que achar mais adequada.




MASSA:

- 1 ½ xícara de chá de farinha de trigo
- 1 xícara de chá de salsa fresca
- folhas de 1 galho de alecrim
- 100g de manteiga gelada em pedacinhos
- 1 ovo
- uma pitada de sal

Macere a salsa e o alecrim num pilão. Aqui já começa o prazer... o cheiro que as ervas exalam é delicioso. Em uma tigela grande peneire a farinha, junte as ervas maceradas, a manteiga e o sal. Com os dedos vá amassando até formar uma farofa úmida. Acrescente o ovo e continue a misturar até que fique homogênea. Enrole em filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos.


Enquanto isso prepare o RECHEIO:

- 2 colheres (sopa) manteiga
- 2 cebolas bem grandes em rodelas finas (ou 3 se forem pequenas)
- ¼ de xícara (chá) de vinho do Porto
- 1 colher (chá) de açúcar
- ervas a gosto (louro, salsinha, tomilho)
- tomates cereja (+- uns 15)
- folhas de manjericão
- 50g de queijo parmesão ralado (do bom!)
- Sal e pimenta do reino a gosto

Numa panelinha derreta a manteiga, junte as cebolas e uma pitada de sal e quando amolecerem, acrescente o vinho, o açúcar e as ervas. OJO: as cebolas vão ficar com uma cor rosada linda e muito adocicadas! Mantenha no fogo, mexendo de vez em quando até que fiquem quase caramelizadas. Adicione o sal e a pimenta do reino moída. Retire do fogo e deixe esfriar.
Corte os tomatinhos em fatias (+- 0,5cm) e reserve.


MONTAGEM:

Tire a massa do plástico, coloque sobre uma superfície enfarinhada e abra com um rolo (OJO: se não tiver um rolo, utilize uma garrafa de vidro (tipo cerveja) envolta em filme plástico) até que fique um círculo maior que a forma. Usei uma forma de torta de 20cm de diâmetro, untada e enfarinhada. Coloque a massa aberta dentro da forma e acerte as bordas laterais. Espalhe a cebola já fria por todo o fundo da torta, por cima eas folhas inteiras de manjericão (no meu caso também da hortinha), espalhe então o queijo e por fim arrume os tomatinhos lado a lado até que cubra todo a a torta. Acrescente uma lágrima de azeite sobre os tomates, salpique sal e pimenta do reino e leve para assar em forno pré-aquecido por uns 30min ou até que as bordas fiquem firmes e douradas.

Retire do forno e sirva acompanhando uma saladinha verde...





Buen Provecho!

domingo, 22 de junho de 2008

LEÃO-DO-NORTE COM PURÊ DE BANANA

Sabores nordestinos me encantam... assim como a música de Lenine...

Hj acordei com um gosto nordestino na boca. Juntei os ingredientes que tanto gosto e preparei esse prato que batizei de Leão-do-Norte em homenagem, logicamente, ao Lenine.



LEÃO-DO-NORTE

- 250g de feijão preto
- 1 1/2 xícara de arroz
- 2 linguiças calabresa apimentadas
- 1/4 de abóbora em cubos
- 1 cebola grande picada
- 6 dentes de alho picados
- 3 tabletes de caldo de legumes
- pimenta dedo-de-moça em rodelas (opcional)
- coentro a gosto
- sal e azeite
- 100ml de manteiga de garrafa (*)

Coloque o feijão na panela de pressão com água apenas e cozinhe por uns 10 a 15 min., ou até que fique macio. Tire o feijão da panela, descarte a água restante e reserve somente os grãos.

Na panela de pressão coloque as lingüiças em pedaços e frite em azeite, quando já estiver bem dourada acrescente o alho e a cebola e refogue bem. Adicione o arroz e continue a refogar. Coloque então as abóboras em cubos, os tabletes de caldo de legumes, 4 xícaras de água e tampe. Cozinhe por +- 15 min após o início da fervura, desligue o fogo, aguarde sair a pressão e abra a panela. Adicione o coentro, a pimenta e mexa. Incorpore os grãos de feijão e misture com cuidado para não amassar os grãos. Corrija o sal (se necessário). Por último acrescente a manteiga de garrafa e misture bem para acentuar o sabor nordestino. Pode ser substituída por manteiga comum, porém tenho que informar que não terá o mesmo sabor... E a manteiga de garrafa que usei veio diretamente de Recife, da terra de Lenine... mais típico impossível!

(*) Manteiga de garrafa é um tipo de manteiga, típica da região Nordeste do Brasil, que se mantém líquida em temperatura ambiente. É obtida pelo cozimento do creme de leite até que se evapore toda a água e restem apenas a gordura e as partículas sólidas da nata. É comercializada em garrafas. Fonte: Wikipedia

PURÊ DE BANANA

- 4 bananas (usei banana-maçã)
- suco de 1 limão
- 1 cebola pequena
- manteiga
- sal a gosto

Pique as bananas em rodelas e adicione o suco de 1 limão para evitar que fiquem pretas.

Refogue a cebola na manteiga, acresente as bananas com o suco de limão e deixe cozinhar com a panela tampada até amolecer. Termine de amassar com um garfo, adicione sal a gosto e sirva sobre o arroz.

(inspirado no purê do Panelinha)

Lenine, quer me conceder a honra de preparar esse prato ti? Tenho certeza que vais adorar...
Só tem uma condição: no final tens que tocar "O Homem dos olhos de Raio-X" pra mim...

Sonha sonha marcelino....

Buen Provecho!

domingo, 18 de maio de 2008

FILÉ ALPINO

Da série: "Comida de restaurante feita em casa"

Aqui em São Paulo tem um restaurante alemão super tradicional (desde 1950) que serve um filé coberto com copa e catupiry ao molho inglês que é dos deuses...
O prato chama-se Filé Alpino e o restaurante Caverna Bugre.

Eis a minha versão:




Para o molho inglês:
- 350ml de vinagre de vinho branco
- 150ml de água
- 2 talos de salsão
- 2 pimentas dedo-de-moça pequenas (opcional)
- 1 folha de louro
- gengibre
- cravo
- pimenta-do-reino branca
- noz moscada
- salsinha
- 100g açúcar branco
- 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
- shoyo a gosto
- alho, cebola e azeite

Bata no liquidificador o vinagre, a água, o salsão, as pimentas inteiras (sem os cabinhos, logicamente), o louro, um pedaço pequeno de gengibre, uns 5 cravos, pimenta-do-reino e de noz moscada raladas na hora (a gosto) e um punhado de salsa. Em uma panela coloque os açúcares e em fogo baixo vá mexendo até derreter, despeje então a mistura do liquidificador e deixe cozinhar tampado uns 10 minutos. Em outra panela faça um refogado com cebola, alho e azeite, despeje dentro da panela do molho, adicione shoyo a gosto, corrija o sal e cozinhe por mais uns 10 minutos. O molho ficará bem líquido e de cor marrom-escuro.
Coe o molho e reserve.

Para a carne:
500g de filet mignon em medalhões finos (ou outra carne a seu gosto)
150g de copa
250g de catupiry (usei o de pacote que é mais mole)
100g de provolone ralado

Em uma frigideira untada com azeite grelhe os filés. DICA: Não coloque sal antes de grelhar a carne para que não perca os sucos e fique seca - grelhe dos 2 lados e só então coloque um pouco de sal de cada lado. Separe os filés grelhados.
Na frigideira utilizada para grelhar adicione o molho coado para deglaçar (dissolver os resíduos da carne que ficam grudados), deixe ferver e retorne os filet para a frigideira. Apague o fogo.
Deixe a carne no molho e prepare um arrozinho branco.
Enquanto o arroz cozinha vamos "montar" a carne.
Unte uma assadeira teflon e disponha os filés lado a lado. Coloque uma fatia de copa sobre cada um. Coloque sobre cada copa uma qtde generosa de catupiry (molde o catupity no formato da carne) e por cima o provolone ralado. Coloque no forno para gratinar.

Na hora de servir esquente o molho e monte os pratos: molho por baixo, e por cima o filé e o arroz.

Divino... é de comer rezando...

Minhas considerações:
- Esse molho rende bastante, você pode congelar metade para usar de outra vez. Assim não terá trabalho nenhum para repetir a dose.
- O "resíduo" do caldo coado serve como pastinha. Experimente passar no pão francês, colocar catupiry e provolone por cima e levar ao forno para gratinar. Fica muito bom e ainda serve de entradinha!

É isso...

Buen Provecho!
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