sábado, 18 de outubro de 2008

BOLO DE BANANA E CASTANHA DO PARÁ

Essa semana eu tinha umas bananas na fruteira já dobrando o Cabo da Boa Esperança.... Precisava salvá-las utilizando-me de uma das coisas mais incríveis que a culinária proporciona: o aproveitamento e a transformação dos ingredientes.

Queria uma receita de bolo leve, daqueles para tomar com café, que são um conforto para a alma.

Pesquisando nos blogs amigos cheguei nessa receita do Bergamo. Parei.

A primeira coisa que me chamou a atenção foi a apresentação: um bolo simples, leve e fofo, exatamente como eu queria.

Então li a receita vi que levava castanha do pará e passas brancas... ok, tinha tudo em casa.

Sem muito pensar, deixei-me levar pelas palavras do Chef Bergamo e, quase como num transe, segui fielmente suas ordens.
(Minha única alteração foi polvilhar canela sobre o bolo antes de assar).

Foi tudo muito simples e rápido e só depois de colocar o bolo no forno me dei conta de que não tinha usado a batedeira e que tinha feito o bolo todo à mão, numa simplicidade ímpar... juro que não me lembrava da última vez em que tinha feito um bolo sem bater, ao menos as claras em neve, na batedeira....

Bolo no forno, tempo passando, bolo crescendo, cheiro de bolo inundando a casa.... bolo pronto!

Bolo no prato, tampa no bolo, bolo abafado, casquinha no bolo, bolo no ponto.
Entreguei-me a ele.




Sem exagero foi o melhor bolo de banana que já comi na vida...

Não vou nem postar a receita, faço questão de que para tê-la, vc visite o blog do Bergamo.


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

NHOQUE DE FEIJÃO FRADINHO AO PESTO DE COENTRO


Já virou lugar comum eu dizer que adoro participar de desafios. Acho uma tremenda oportunidade para criar e botar em prática receitas que de outra maneira talvez nunca preparássemos. Por isso, e para prestigiar as amiguinhas, procuro participar de todos os desafios.

As meninas do Quatro Ragazze Brasiliane Nella Cucina Italiana propuseram para esse mês um desafio de Pasta. Aproveitei então a vinda da mana "carioca" para preparar minha receita.

Estava como sempre em busca de uma idéia e perguntei à mana se ela tinha alguma preferência.

Thata, a mana "carioca", sugeriu nhoque...

Obviamente não seria um nhoque comum, afinal, minha mente insana não me permite preparar coisas muito básicas... Tinha que ser algo especial, pelo desafio, e pela outra ilustre visita que teria para o jantar: a Titia!

Titia mora longe, não vem sempre, fica pouco, faz muita falta, é muito querida e um tanto insana nas idéias, assim como eu...
Tem-se então o cenário: 3 pensantes e um desafio...

A dica do 4º elemento, a chefe da mana, foi o fio da meada para o veredito... de sua sugestão, nhoque de feijão branco, chegamos em nhoque de feijão fradinho... e a coentróloga aqui surgiu com o grand finale: ao pesto de coentro!

Fui com a Titia à feira de orgânicos comprar a melhor castanha-do-pará de São Paulo para o pesto, e mais coentro orgânico, ovos caipira... tudo do bom e do melhor para a minha versão "terra brasilis" da receita tipicamente italiana...

A "feitura" do prato não poderia ter sido mais italiana, a 8 mãos, com as ilustres participações da mana, da titia e da mamãe, é claro!

A mana paulista, a mana chilena e o marido participaram na comilança.

Fartaram-se todos.



NHOQUE DE FEIJÃO FRADINHO AO PESTO DE COENTRO


para o NHOQUE:

- 3 xícaras de feijão fradinho
- 1 cebola
- 3 ovos
- 3 colheres (sopa) de manteiga de garrafa
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 4 colheres (sopa) de azeite
- 1 colher (sobremesa) de sal

Coloque o feijão de molho em bastante água por umas 3h.
Numa panela de pressão coloque água, o feijão, a cebola descascada e groseiramente cortada, e leve ao fogo por uns 30 minutos ou até que o feijão fique bem macio.
Bata o feijão com a cebola no liquidificador até virar uma pasta cremosa. Se necessário acrescente um pouco da água do cozimento.
Transfira essa pasta para uma tigela grande, e misture os demais ingredientes até ficar bem homogêneo. Não vai ficar uma massa firme a ponto de fazer rolinhos...
Com a ajuda de 2 colheres vá fazendo as "bolinhas" e jogando-as aos poucos em uma panela com bastante água fervente e sal.
Quando as "bolinhas" subirem significa que estão cozidas.
Retire-as com uma escumadeira, jogue em uma outra tigela com água fria e um pouco de azeite para interromper o cozimento.
Escorra os nhoques e reserve.

para o PESTO:

- 2 maços grandes de coentro (de preferência orgânicos)
- 1 dente de alho
- 50g de castanha do pará
- 150g de queijo meia-cura
- 50ml de azeite extra-virgem
- água
- sal a gosto

Em um liquidificador bata o coentro previamente lavado, a castanha, o alho e o queijo. Adicione o azeite e o sal a gosto. Se necessário adicione um pouco de água filtrada. Não deve ficar nem seco nem líquido demais. Reserve.

Na hora de servir aqueça o nhoque no forno, sem o molho, em um refratário untado com um fio de azeite por cima.

Sirva o nhoque quente com o pesto frio.


Desfrute uma combinação surpreendente de sabores, cores, temperaturas e texturas....


domingo, 12 de outubro de 2008

A SORVETEIRA

Atendendo a pedidos, apresento minha sorveteira, que além de eficiente é muito linda:



Essa realmente foi uma excelente aquisição.

O sorvete preparado em casa além de ser mais barato, é muito mais gostoso, permite infinitas opções de sabores e não contém estabilizante, corante, conservante, etc...

Recomendo!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

SORVETE DE CAPUCCINO

Sim, eu me rendi à máquina de sorvete... e sim, eu nunca mais compro sorvete industrializado na vida...

Agora poderei fazer TODOS os sabores de sorvete que minha mente insana puder criar...

Já usei a sorveteira algumas vezes, estreei com um frozen iogurte de rosas (claro!), fiz um delicioso sorvete de chocolate, mas ambos acabaram tão rápido que não deu nem para fazer a foto...

O fato de eu ter conseguido fazer a foto do sorvete de capuccino não significa que ele não tenha ficado tão bom quanto os demais, mas sim que eu fui mais exxxperta e menos gulosa e fiz a foto antes de devorá-lo...



SORVETE DE CAPUCCINO

- 3 xícaras de leite
- 3 colheres (sopa) de açúcar
- 1 pacote de capuccino shake (100g)
- 1 1/2 colher (sopa) de amido de milho (maizena)
- 1 pitada de sal

No liquidificador, ou com o mixer, bata todos os ingredientes. Leve a mistura ao fogo mexendo sempre até engrossar.
Desligue o fogo, transfira o creme para um refratário e deixe esfriar um pouco. Cubra com filme plástico e leve à geladeira. DICA: encoste o filme plástico no creme para evitar que forme aquela "casquinha".
Após algumas horas coloque a mistura na sorveteira e siga as instruções do fabricante. O meu ficou pronto em uns 25 minutos. Leve ao freezer para endurecer um pouco mais e desfrute...


Perfeito!

domingo, 5 de outubro de 2008

RISOTO DE FUNGHI E HANÁ NIRÁ

Haná-Nirá é a flor do broto de alho. É o equivalente da cebolinha em relação à cebola. É muito consumido no Japão e na China. Tem sabor de alho porém muito mais suave.

A primeira vez que comi Nirá foi em um restaurante japonês no Rio de Janeiro, há mais de 10 anos. Enlouqueci.

Sábado fui à feira da Vila Madalena com a mamãe comer tapioca (humm), e ao dar um passeio pela feira, olha quem encontro:



Lindos demais, não?

Sem dúvida pediam uma preparação memorável...

Uma receita da Bel Coelho, postada no blog da Iliane, foi a inspiração final.

Fiz minhas alterações, trocando o shitake por funghi e adicionando gengibre. O resultado foi tão incrível, que até eu fiquei surpresa... Um prato vistoso, exótico e sofisticado.




RISOTO DE FUNGHI E HANÁ NIRÁ

- 50g de funghi chileno seco
- 1 xícara de arroz carnaroli (ou arbóreo)
- 1 cebola
- 1/2 maço de haná nirá
- 50 ml de sake
- 4 colh. (sopa) de shoyo
- 2 colh. (sopa) de manteiga
- 2 tabletes de caldo de legumes
- 4 xícaras de água
- 1 colher (chá) de gengibre ralado
- azeite

Hidratar o funghi com água quente por aprox. 30 min. Tirar o funghi da água, espremer e desprezar a água, picar o funghi e reservar.
Ferver a água com os tabletes de caldo de legumes e reservar.
Picar os talos do haná nirá em pedaços pequenos e deixar as flores, com um pedaço de caule, inteiras.

Levar 1 colher de manteiga ao fogo para derreter, adicionar o funghi, o nirá, o shoyo e o gengibre e refogar. Tirar da panela e reservar.
Na mesma panela adicionar a cebola picada e um fio de azeite e refogar. Acrescentar o arroz e refogar mais um pouco. Juntar o sakê.

Procedimento básico de risoto: adicione meia xícara de caldo quente e vá mexendo até que praticamente seque o líquido. Adicione outra meia xícara, sucessivamente, até o arroz ficar no ponto. O arroz não deve ficar mole e nem duro, como se tivesse "areia" no meio.
Quando estiver no ponto adicione a mistura de funghi, e uma última meia xícara de caldo, mexa bem até quase secar. Finalize com uma colher de manteiga.

Sirva imediatamente.

O segredo do risoto é comer assim que ficar pronto, para que não seque demais.

Bom demais!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

CHARLOTE


Desde que eu me entendo por gente eu como esse doce... e pra mim, desde sempre, ele se chamou CHARLOTE.

Há pouco tempo fui pesquisar a diferença entre Charlote e Pavê e descobri que, via de regra, Charlote é desenformado e Pavê fica na travessa... ou seja, isso não é um legítimo Charlote e sim um belíssimo Pavê!

Porém, há mais de 30 anos o chamo de Charlote, no mínimo já virou apelido:
- Muito prazer, meu nome é Pavê mas pode me chamar de Charlote!


Esse preparei especialmente para a irmã que mora no Rio, quando de sua vinda à Paulicéia, mais precisamente no dia do Risoto de Abóbora.

Preparei a surpresa e antes de servir pedi a ela que adivinhasse qual seria a sobremesa, de dica apenas que era algo que comíamos quando éramos crianças, não precisou de mais... acertou na primeira.

A preparação contou com a preciosa ajuda da mamãe, ou seja, praticamente a preparação original.

DIVINO!


CHARLOTE

CREME:

- 1 litro de leite
- 2 colheres (sopa) (bem cheias) de amido de milho (maizena)
- 2 gemas
- 2 colheres (sopa) açúcar
- 1 lata de leite condensado
- gotas de baunilha

Dissolva bem a maizena em um pouco de leite. Leve ao fogo o restante do leite, o leite condensado, as gemas peneiradas, o açúcar, a maisena dissolvida e a baunilha, mexendo sempre até engrossar. Se necessário acrescente um pouco mais de maizena, sempre dissolvida em um pouco de leite. DICA: se o creme empelotar passe por uma peneira.

BASE:

- 300gr de biscoito champagne
- 2 xícaras de leite
- 1 colher (sopa) açúcar
- 6 colheres (sopa) achocolatado em pó
- 1 cálice de conhaque (opcional)

Dissolver o achocolatado e o açúcar no leite frio e misturar o conhaque. Esfarelar os biscoitos e misturar ao preparado. Se precisar aumente um pouco a quantidade de leite. O importante é não ficar seco nem molhado demais, senão o líquido escorre depois de pronto.

COBERTURA:

- 2 claras
- 1 lata de creme de leite
- gotas de baunilha

Bater as claras em neve. Adicionar a baunilha ao creme de leite e misturar delicadamente com as claras.
OBS: se preferir adicione 1 a 2 colheres de sopa de açúcar ao creme de leite. eu como não gosto de nada muito doce, prefiro não colocar, mas fica a gosto do freguês...


MONTAGEM:

Forre o fundo de uma travessa com os biscoitos molhados.
Cubra com o creme e por último espalhe a cobertura.
Decore com chocolate em pó ou pedacinhos de chocolate.

Leve ao congelador. Retire um pouco antes de servir.


terça-feira, 30 de setembro de 2008

PRÊMIO DARDOS


A querida Téia (Banquetes e Lanchinhos) e a pequena Mão na Massa me deixaram muito feliz ao indicar o Geléia de Rosas para receber o prêmio Dardos, que tem o intuito de "Reconhecer os valores que cada blogueiro mostra a cada dia, seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras…"

Adorei a homenagem, muito obrigada à vocês duas!

Quem recebe esse prêmio deve:
1. Aceitar exibir a distinta imagem e cumprir as regras.
2. Linkar o blog do qual recebeu o prémio.
3. Escolher quinze (15) blogs para entregar o Prémio Dardos.

Como sei que muitos blogues já receberam esse prêmio, e como gosto de muito mais do que 15 blogues, deixo aqui um convite à quem quiser participar e indicar outros blogues que também mereçam o prêmio.

Aproveito para dedicar o prêmio a todos que por aqui passam!

Mais uma vez obrigada pelo carinho.

sábado, 27 de setembro de 2008

CESTINHA DE CAMARÃO AO CURRY COM MAMÃO VERDE


Mamão é o rei da vez no Colher de Tacho. Por não ser uma super fã de mamão, penei um pouco para definir uma receita. Decidi então que iria usar mamão verde por ser um ingrediente novo para mim.

Pensei, pensei, pensei e me lembrei de uma receita de camarão com chuchu da mamãe que é ótima. Se a tal receita feita com chuchu, que é o quarto estado da água (lembram das aulas do primário? sólido, líquido, gasoso e chuchu) fica uma delícia, com mamão também ficaria....

Para dar uma incrementada na apresentação optei por servir em cestinhas de massa semi-folhada, numa versão fingerfood.

Sábado de manhã, fui ao sacolão com minha amiga e vizinha Glau (Madames na Cozinha) comprei um mamão formosa bem verdinho, daqueles de fazer doce mesmo, e partimos para a casa da Glau para uma deliciosa tarde culinária. Antes passamos na loja da Arosa, fabricante de massa folhada para comprar a massa para as cestinhas.


Depois de muito papo, muita louça suja e muita diversão as cestinhas ficaram assim:




O resultado agradou bastante, uma cestinha crocante com um recheio saboroso, com um toque indiano por causa do curry, levemente adocicado por causa do leite de coco.


CESTINHA DE CAMARÃO AO CURRY COM MAMÃO VERDE

- 1 mamão formosa verde pequeno
- 1 kg de camarão descascado e limpo
- as cascas do camãrão (se possível)
- 2 tabletes de caldo de legumes
- 1 cebola
- 2 tomates
- 6 dentes de alho
- 1/2 pimentão verde
- 1 vidro de leite de coco
- 2 colheres (sopa) de azeite de dendê (opcional)
- 50g de castanha de caju
- 1 colher (sobremesa) de curry
- coentro a gosto
- azeite
- sal e pimenta do reino a gosto
- colorau (opcional)
- discos de massa semi-folhada


Ferva as cascas do camarão com os tabletes de caldo de legumes por uma meia hora. Coe e reserve o caldo.
Refogue o alho e a cebola no azeite, acrescente os tomates e o pimentão e refogue mais um pouco. Adicione 1 xícara do caldo de camarão e deixe cozinhar um pouco os temperos. Bata essa mistura com o mixer (ou no liquidificador) para virar uma pasta de temperos. Acrescente o mamão verde descascado e picado em cubos pequenos e o camarão, o azeite de dendê e o colorau (para dar um tom mais vermelho apenas) e deixe cozinhar até amolecer o mamão. Dica: a mistura não deve ter nem muito caldo (ralo) e nem deve estar seco.
Acrescente então o leite de coco, o curry, o coentro picado e as castanhas picadas. Corrija o sal. Deixe mais alguns minutos no fogo para apurar o sabor e está pronto.

PARA AS CESTINHAS: leve os discos de massa semi-folhada ao forno pré-aquecido, em forminhas de empada até que fiquem douradas.

Se preferir pode servir com arroz branco ao invés de colocar nas cestinhas. Fica a gosto do freguês...


quinta-feira, 25 de setembro de 2008

MUFFIN DE CAIPIRINHA DE CAPIM SANTO


No mês de setembro, Leila e Cris pediram Muffins para o Chá da Tarde, e claro, o pedido dessas duas é mais que uma ordem!

Fato é que a blogueira aqui nunca tinha preparado um Muffin na vida, portanto haviam 2 questões a serem resolvidas: o Muffin em si e encontrar uma boa receita.

Fiquei mirabolando algo que pudesse ser diferente, interessante e delicioso e decidi fazer um Muffin de Caipirinha de Capim Santo. Bom, quem acompanha o blog já sabe que sou uma fã incondicional de capim santo, nas mais variadas versões.

Parti então para a parte principal, encontrar uma boa receita.
Não perdi tempo e pedi logo ajuda daquela que para mim é uma das maiores autoridades no assunto Muffin: Valentina do Trem Bom. Ela, incrivelmente fofa como sempre, mandou-me não uma, mas sua melhor receita, que eu adaptei para chegar no seguinte resultado:


Ficou simplesmente delicioso, macio, úmido, leve, pouco doce, ou seja, perfeito, como não poderia deixar de ser, pois vindo de Valentina...

MUFFIN DE CAIPIRINHA DE CAPIM SANTO

- +- 20 folhas de capim santo
- 2 xícaras de farinha de trigo
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 1/2 colher (chá) de sal
- 2 ovos grandes (usei 3 pequenos)
- 1 xícara de sour cream (usei 1/2 de leite e 1/2 de creme de leite fresco)
- 1 colher (chá) leite
- 2/3 xícara de açúcar
- 8 colheres (sopa) de manteiga derretida
- 1 colher (chá) de baunilha
- 1/2 cálice de cachaça
Coloque 12 forminhas de papel dentro da forma de muffin.

Lave as folhas de capim santo e bata no mixer ou liquidificador com o leite (1/2 xícara) até ficar bem verde. Passe por uma peneira e reserve o líquido e os fiapinhos de capim santo.

Em uma tigela grande misture a farinha, o fermento e o sal. Em outra tigela menor misture os ovos, o creme de leite, o leite batido com o capim santo, o açúcar, a manteiga, a cachaça e a baunilha.

Adicione a mistura líquida à seca e mexa ligeiramente com um garfo somente até incorporar. Não é para bater como se fosse bolo, se bater demais a massa vai ficar pesada.

Divida a massa entre as forminhas, de maneira que não ultrapasse 2/3 da forma, e coloque para assar por aproximadamente 20 minutos ou até que, enfiando um palito de dente o mesmo saia limpo.

COBERTURA
- açúcar
- cachaça
Coloque em uma xícara uma quantidade de açúcar e metade dessa quantidade de cachaça e mexa bem para ficar um creminho. Não é para ficar nem muito mole nem muito duro, tem que escorrer ao levantar-se a colher mas não deve estar muito ralo. Acrescente um pouco dos fiapos de capim santo reservados, para dar mais sabor e colorir.

Espalhe essa caldinha por sobre os muffins assados, ainda quentes.

Rendimento: 12 Muffins de comer rezando!

domingo, 21 de setembro de 2008

CAPELLINI NA MANTEIGA DE COCO E CANELA

Mil perdões pela ausência mas essa semana foi uma das mais complicadas no meu trabalho, tive que viajar, tive reuniões, tive que preparar apresentação, enfim, correria total, mas pelo menos tudo valeu a pena.

E como mau fiquei em casa, não tive tempo de cozinhar nada elaborado, então os deixo com esse prato absolutamente simples mas delicioso. Um prato perfeito para dias de correria.

Aliás, a correria é tanta que não dá nem pra medir os ingredientes...

Mas é simples:



CAPELLINI NA MANTEIGA DE COCO E CANELA

- macarrão capellini (ou cabelinho de anjo)
- leite de coco
- manteiga com sal
- canela em pó

Bata no mixer, na batedeira ou mesmo no fouet 1 parte de leite de coco para 1 parte de manteiga até incorporar e homogeneizar.

Ferva a água com bastante sal e adicione o macarrão. Cuidado que esse tipo é tão fininho que cozinha super rápido.

Escorra o macarrão, coloque no prato de servir, acrescente a manteiga de coco, polvilhe a canela e misture tudo muito bem.


O sabor levemente adocicado do coco, no macarrão salgado com um toque de canela é muito interessante e totalmente reconfortante. Vale a pena experimentar.
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